
Estudantes do povoado Rio Coco, localizado na zona rural de Balsas, enfrentam diariamente uma travessia perigosa para chegar à escola. Eles precisam passar por uma ponte de madeira em condições precárias sobre o rio Maravilha, situação que tem gerado preocupação entre pais, moradores e lideranças comunitárias.
A estrutura, desgastada pelo tempo e pela falta de manutenção, apresenta tábuas soltas, partes quebradas e corrimão improvisado. Mesmo assim, crianças e adolescentes utilizam a passagem duas vezes por dia, correndo riscos para não perder as aulas.
Com a chegada do período chuvoso, o cenário se torna ainda mais crítico. A ponte fica molhada e escorregadia, enquanto o volume do rio aumenta, deixando a travessia mais perigosa e aumentando o medo de quedas e acidentes entre as famílias.
Moradores relatam que a comunidade depende da ponte não apenas para o acesso à escola, mas também para deslocamentos até áreas de trabalho e serviços essenciais. Eles cobram da gestão do prefeito Alan da Marissol uma solução urgente, seja por meio da reforma da estrutura atual ou da construção de uma nova ponte que ofereça segurança.
Enquanto nenhuma medida é adotada, alunos continuam desafiando o perigo diariamente para garantir o direito à educação, em meio à insegurança e à incerteza sobre a própria segurança.