
O Ministério Público do Estado do Maranhão se manifestou novamente a favor da soltura do prefeito José Paulo Dantas Silva Neto, conhecido como Paulo Curió. O parecer foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, Danilo de Castro Ferreira, e defende a revogação da prisão preventiva com substituição por medidas cautelares.
Segundo o MP, a necessidade da prisão foi reduzida após a intervenção estadual no município de Turilândia. O entendimento é que, sem o controle da estrutura da prefeitura, o grupo investigado não teria mais condições de interferir nas investigações ou manter possíveis irregularidades.
Caso a Justiça acate o pedido, o prefeito e os demais investigados deverão cumprir restrições, como uso de tornozeleira eletrônica, proibição de acesso à prefeitura e a sistemas públicos, além de impedimento de contato entre os envolvidos e restrições relacionadas ao caso nas redes sociais.
Além de Paulo Curió, o parecer também beneficia outros investigados: Wandson Jonath Barros, Hyan Alfredo Araújo Mendonça Silva, Marlon de Jesus Arouche Serrão, Janaína Soares Lima e Gerusa de Fátima Nogueira Lopes.
No caso de Tânia Karla Cardoso Mendes Mendonça e Eva Maria Oliveira, que já estavam em prisão domiciliar, o Ministério Público recomendou a substituição por medidas menos rigorosas.
A decisão final sobre a soltura caberá ao Judiciário.